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UNIPAC adere à campanha “Dezembro Vermelho”

A FUPAC/UNIPAC, em apoio à campanha do Dezembro Vermelho, com o propósito de conscientizar a população quanto à importância e prevenção da Aids, transcreve a seguir um texto adaptado pelo Médico do Trabalho, Dr. Leonardo Gomes Cosenza.

O Ministério da Saúde é o órgão do Poder Executivo Federal responsável pela organização e elaboração de planos e políticas públicas voltados para a promoção, prevenção e a assistência à saúde dos brasileiros.

É função do Ministério dispor de condições para a proteção e recuperação da saúde da população, reduzindo as enfermidades, controlando as doenças endêmicas e parasitárias e melhorando a vigilância à saúde, dando, assim, mais qualidade de vida ao brasileiro.

Em 1987, a ONU criou esta campanha e, em 1991, a fitinha vermelha surgiu com artistas de Nova York, para lembrar a luta contra a AIDS e transmitir compreensão, solidariedade e apoio aos portadores do vírus HIV. No Brasil, o projeto foi adotado em 1988, pelo Ministério da Saúde.

A Lei 13.504, de 07 de novembro de 2017 Institui a campanha nacional de prevenção ao HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis, denominada Dezembro Vermelho.

A campanha terá foco na prevenção, assistência, proteção e promoção dos direitos humanos das pessoas que vivem com HIV/Aids. Serão realizadas, ao longo do mês de dezembro, atividades e mobilizações, campanhas de mídia, palestras, atividades educativas e promoção de eventos.

As ações do Dezembro Vermelho serão realizadas em parcerias entre o poder público, sociedade civil e organismos internacionais, de acordo com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS) para enfretamento da Aids e outras ISTs.

“Apesar dos grandes avanços em relação ao tratamento e qualidade de vida dos portadores do vírus, um dos maiores problemas que envolve a doença continua sendo a falta de diagnóstico. É preciso alertar toda a população, porque a aids é uma doença silenciosa e que merece uma atenção à parte. Todos devem procurar o CTA para que sejam feitos os devidos exames e assim conversarmos um pouco, a respeito do sexo seguro”, explica o Dr. Ângelo Feres, coordenador do CTA de Barbacena.

“O aumento de casos no Brasil é de mais de 50% em seis anos. O principal motivo é o comportamento sexual dos jovens. Eles acham que ninguém mais morre de Aids hoje, e que se pegar o vírus é só tomar o remédio que acabou e que está tudo bem. Esta é uma doença grave. Vai ter que tomar remédio pelo resto da vida. A aids não tem cura, você pega o vírus, o tratamento pode controlar a doença, mas você vai ter problemas pelo resto da vida”, reforçou o infectologista.

Conforme a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa), em 2019 foram registrados 655 novos casos de HIV/Aids em Rondônia, 217 casos a menos que os notificados em no ano passado. O vírus atinge principalmente pessoas do sexo masculino, autodeclaradas pardas, com ensino médio completo e faixa etária entre 20 a 29 anos.

Mencionamos a seguir exemplos de participação da sociedade civil: